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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Viber oferece ligações gratuitas e ilimitadas para fixos no Brasil



De olho em atrair os usuários do WhatsApp que ficaram ressabiados com a venda da plataforma para o Facebook, o aplicativo gratuito para troca de mensagens Viber anuncia nesta terça-feira uma agressiva estratégia visando a popularização no Brasil. A partir de hoje, qualquer um pode ligar de graça pela internet para telefones fixos de todo o país de forma ilimitada por meio do Viber Out - recurso que normalmente é pago.

A iniciativa é válida pelas próximas duas semanas, com possibilidade de renovação de acordo com o fluxo de mensagens de texto. Se o volume crescer ao menos 25% a cada sete dias, as ligações permanecerão gratuitas por tempo indeterminado. Do contrário, a promoção se encerrará no dia 11 de março.

Desde que o Facebook anunciou a compra do WhatsApp, na semana passada, o Viber diz ter aumentado em 1.000% o número de downloads e em 400% a quantidade de mensagens trocadas no Brasil. O crescimento trouxe 600 mil novos usuários e se mostrou mais intenso a partir do último sábado, quando o WhatsApp ficou fora do ar. Segundo Luiz Felipe Barros, gerente da empresa no Brasil, a instabilidade contribuiu para aumentar a incerteza do público sobre o serviço.

"O Facebook é conhecido por ser uma empresa que 'metralha' os usuários com propaganda na timeline e usa dados de comportamento. Fica uma incógnita para o futuro (...) a promessa do WhatsApp é não botar propaganda, mas eles nunca falaram em não entregar os dados dos usuários para os anunciantes", avalia Barros.

Assim como o rival, o Viber também foi vendido, há duas semanas, só que para a empresa de comércio eletrônico japonesa Rakuten. De acordo com o executivo que representa o aplicativo no Brasil, o acerto de US$ 900 milhões não vai interferir na independência operacional da plataforma que, segundo ele, não armazena as conversas de quem a utiliza.

CONCORRÊNCIA Em visita recente ao Brasil para palestra na Campus Party. Para o israelense Talmon Marco, o WhatsApp é "muito básico" e perde em termos de diversidade porque não realiza ligações, recurso que só começará a ser oferecido no segundo semestre. Atualmente, o Viber tem cerca de 11 milhões de usuários no Brasil.


Blecaute do WhatsApp faz app Telegram ganhar 5 milhões de usuários


Você conhece o Telegram Messenger? É possível que não, mas o aplicativo russo hit do momento entre os apps de troca de mensagens e o motivo não poderia ser mais óbvio: os recentes acontecimentos com o WhatsApp.

Recentemente, como a maioria já sabe, o WhatsApp foi comprado pelo Facebook, o que já gerou uma pequena rejeição entre os usuários e uma debandada. O resultado foi 1 milhão de downloads do Telegram na App Store.

Mas o verdadeiro rebuliço aconteceu durante este último final de semana, o WhatsApp ficou fora do ar por algumas horas, causando mais revolta e gerando mais tráfego para o Telegram. Os criadores do aplicativo dizem que o número de downloads chegou a 5 milhões em apenas um dia.
 
O resultado disso é que os servidores do Telegram não aguentaram o fluxo de novos usuários, principalmente vindos da Europa. Por isso, eles estão adicionando mais servidores para suportar o alto volume de registros.

Engana-se, no entanto, que os criadores estão regozijando de alegria com o crescimento repentino. No Twitter, em resposta a outros usuários, eles respondem que a expectativa era no máximo 1 milhão de registros por dia. Eles também dizem que preferiam um crescimento gradual e orgânico. Este ritmo era aguardado apenas para daqui a dois meses, e não agora.

Mas afinal de contas, com tantos concorrentes, o que o Telegram tem de especial? O app já nasce com a proposta de ser uma resposta ao WhatsApp e sua própria descrição diz "similar a apps de mensagens instantâneas como o WhatsApp, mas melhor em todos os detalhes."

O site oficial cita as seguintes vantagens:
- Criptografia e capacidade de mensagens que se "autodestroem" (estilo Snapchat)
- Baseado na nuvem, então você pode ter acesso às mensagens em qualquer aparelho
- Velocidade na entrega de mensagens
- Servidores distribuídos pelo mundo todo, para mais segurança e velocidade
- Abertura da API e protocolos para qualquer um
- Gratuito para sempre e sem publicidade
- Segurança contra ataques hackers
- Sem limite de tamanho de arquivos 

Apple solta atualização que corrige falha grave no Mac OS X

 A Apple se mexeu rápido para corrigir uma falha de segurança grave em seu sistema operacional para computadores, o Mac OS X. Os usuários do Mavericks receberão a versão 10.9.2, enquanto os outros usuários da maçã devem receber várias atualizações de segurança.

Para quem tem um computador da Apple, é extremamente recomendável que as atualizações sejam feitas imediatamente. A falhana criptografia SSL torna muito fácil a interceptação de dados entre o computador do usuário e o servidor, o que significa que em uma compra pela internet, por exemplo, os dados do cartão ficariam expostos.

Uma empresa de segurança chamada Crowdstrike explica como funciona a falha. Ela permite que um cibercriminoso se 'disfarce' em uma rede compartilhada, enquanto o dispositivo acredita que a conexão é completamente segura. Os dados então trocados entre usuário e servidor podem ser interceptados e permitiria que eles fossem alterados no trajeto, tal é o nível de controle que o invasor tem sobre as informações.

O iOS também sofreu com o problema, mas recebeu uma atualização mais rápida. Cabe aos usuário atualizar seu aparelho para se manter em segurança.

O nível de alerta com a falha era tão grande que até mesmo aparelhos que não tinham acesso à versão 7 do iOS, como o iPhone 3GS e iPods Touch antigos, receberam patches de segurança. Para quem ainda não fez a atualização do OS X, vale lembrar para evitar a utilização do Safari.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Saiba como bloquear solicitações de jogos no Facebook

 Os jogos são importante fonte de renda e diversão no Facebook, mas é fácil encontrar quem não suporta receber notificações sempre que os amigos acham que devem sugerir um FarmVille, Candy Crush etc. O que nem todo mundo sabe é que há como bloquear essas sugestões.
Você não tem como optar por jamais ser convidado para um jogo ou aplicativo novo, mas pode riscar um título que já foi oferecido - e também o usuário que fez a recomendação.
Para isso, vá ao link de jogos que fica na barra lateral esquerda e clique em "Solicitações" - ou neste link aqui.
Lá, acione cada "X" que estiver ao lado de aplicativos e jogos. Quando fizer isso, você ainda poderá optar por nunca mais receber solicitações da pessoa que te mandou aquilo e bloquear de vez o app, evitando que outro usuário tente recomendá-lo.

Vida de Suporte:::profissionais de TI

Grande parte dos leitores é composta por profissionais de TI (desenvolvedores, suportes, analistas, designers, etc..) que se identificam com as histórias retratadas e até enviam as suas com o intuito de serem adaptadas para os quadrinhos.

Como eu hackeio o Facebook?

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Greve na TI

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Backup valendo R$ 50

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Varredura

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Vai no meu computador

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Hipnose

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Menino do computador

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Windows e disquetes

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Não é vírus

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Tirinha do dia: Sendo amável com o cliente

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Ventilador para melhorar o wi-fi

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Tirinha de hoje: "Mas que demora!"

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Tirinha de hoje: Erros (de hardware e software)

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Tirinha de hoje: Exorcismo

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Tirinha de hoje: "O pessoal da TI é muito folgado"

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Google teria oferecido US$ 10 bilhões pelo WhatsApp

Antes de aceitar a oferta de Mark Zuckerberg, o WhatsApp teve a oportunidade de ouvir uma proposta do Google, segundo reporta a Fortune.
Duas fontes diferentes disseram à revista que a gigante de buscas colocou US$ 10 bilhões na mesa para comprar o aplicativo de troca de mensagens.
Além do valor mais baixo (já que o FB pagará US$ 16 bilhões), o Google também não garantia um lugar para os fundadores do WhatsApp entre seus diretores, como Zuckerberg fez.

Comprado pelo Facebook, WhatsApp diz que nada vai mudar

O WhatsApp agora é parte do Facebook. O anúncio feito no início na noite desta quarta-feira, 19, traz dúvidas sobre o funcionamento do popular serviço de bate-papo, mas os fundadores Jan Koum e Brian Acton afirmam categoricamente: nada muda.

O blog do WhatsApp foi utilizado para acalmar os 450 milhões de usuários da ferramenta, explicando os motivos da fusão. Segundo os fundadores, a autonomia e independência do aplicativo não serão afetadas.

"O WhatsApp continuará autônomo e independente. Você continuará a aproveitar o serviço por uma pequena taxa (já existente). Você poderá continuar a usar o WhatsApp não importa onde você esteja e qual celular você usa", conta o comunicado.

Sobre a questão da publicidade, os fundadores também são firmes. "Vocês podem continuar confiando que nenhuma publicidade irá interromper sua comunicação. Nenhuma parceria entre as empresas seria firmada se tivéssemos que comprometer os princípios que definem nossa empresa, nossa visão e nosso produto".

O motivo da fusão, segundo o post, é que a aquisição daria flexibilidade ao WhatsApp para crescer e expandir, além de, ao mesmo tempo, dar à equipe mais tempo para focar-se no desenvolvimento do serviço.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Facebook pagará US$ 55 milhões em média a cada funcionário do WhatsApp

Além dos US$ 16 bilhões que pagou ao WhatsApp pela aquisição, o Facebook também cedeu US$ 3 bilhões em ações restritas que deverão ser divididos entre os funcionários da empresa recém-chegada ao conglomerado construída. 

O que nem todos sabem, no entanto, é que o WhatsApp não é uma empresa muito grande, então provavelmente sobrará muito dinheiro para cada um dos empregados. O serviço tem apenas 55 pessoas em seu staff, sendo que a maior parte deste número são os engenheiros de software.

Desta forma, fazendo uma divisão simples, estes US$ 3 bilhões serviriam para preencher os bolsos de cada um dos empregados com US$ 55 milhões.

No entanto, é bastante provável que a divisão não seja feita de forma igualitária. Os cargos superiores devem receber mais pela fusão, enquanto os funcionários na escala mais baixa também devem ser compensados, mas com um valor bem menor.

É interessante notar, também, que estes US$ 3 bilhões ainda podem multiplicar de (ou perder) valor, já que se tratam de 46 milhões de ações da rede social. Caso a empresa obtenha sucesso comercial, como tem apresentado nos últimos trimestres, a tendência é que suas ações disparem e o preço dos papeis se valorizem, fazendo com que cada funcionário receba uma quantia ainda maior.

Também é importante notar que as ações em questão são restritas, o que significa que elas não poderão ser vendidas durante um período determinado não revelado publicamente. 

Facebook anuncia compra WhatsApp por US$ 16 bilhões

O Facebook anunciou nesta quarta-feira uma bomba: a empresa comprou o WhatsApp, responsável pelo popular aplicativo de bate-papo em celulares, pelo valor de US$ 16 bilhões. O pagamento será feito em ações e dinheiro.

O WhatsApp receberá US$ 4 bilhões em dinheiro pela aquisição, além de outros US$ 12 bilhões em ações do Facebook. O acerto envolve ainda US$ 3 bilhões em ações restritas que serão dadas aos funcionários do WhatsApp, totalizando um investimento de US$ 19 bilhões.

Jam Koum, cofundador do WhatsApp e CEO da empresa, se tornará um executivo do Facebook. Ele também se tornará membro do quadro de diretores de seu novo empregador.

A compra é, disparada, a maior já feita pelo Facebook. Em 2012, a empresa adquiriu o Instagram por US$ 1 bilhão, mas desde então pouco fez com o serviço e até hoje não conseguiu rentabilizá-lo.

A impressão que fica sobre a fusão é que a rede social comprou o serviço para tirá-lo do mercado. Seundo o Facebook, o WhatsApp tem 450 milhões de usuários, está a caminho de alcançar 1 bilhão de usuários e concorre diretamente com o Facebook Messenger.

Inclusive, os últimos esforços da rede social foram no sentido de tornar seu app de mensagens mais competitivos com o WhatsApp, tornando-o mais agradável visualmente e adicionando a possibilidade de adicionar contatos pelo número de telefone, sem necessidade de tê-lo em sua lista de amigos da rede social.

Conectar o mundo
Para Mark Zuckerberg, a compra do aplicativo de mensagens servirá como combustível para o plano do Facebook de conectar o mundo inteiro à internet. "Nos próximos anos, vamos trabalhar para ajudar o WhatsApp a crescer e conectar o mundo todo", escreveu em seu perfil. Lançado no ano passado, o projeto Internet.org tem o apoio de dezenas de empresas de tecnologia e trabalha para integrar as 5 bilhões de pessoas que ainda estão desconectadas.

Root para Android: saiba o que é e como fazer

Para os veteranos de Android (e do ecossistema Linux como um todo), a palavra “root” já é familiar. Para os recém-chegados à “festa” do sistema, o termo pode parecer um pouco mais obscuro, bem como os benefícios de aplicá-lo ao seu aparelho.

Fazer o root no seu aparelho significa se tornar um superusuário, ou adminstrador do sistema. Isso significa ter acesso a partes do Android que antes ficavam inacessíveis para um usuário comum.

Assim, é possível fazer alterações no sistema operacional que antes eram impossíveis, como alterar consumo de bateria, modificar o clock do processador, apagar aplicativos que antes eram fixos no sistema, como os bloatwares embutidos no sistema pela fabricante, ou os apps instalados pela operadora.

O problema disso, no entanto, é que todos os arquivos importantes do sistema ficam totalmente expostos e podem até mesmo ser excluídos, o que pode causar a inutilização do aparelho. O processo de realização do root também não é imune a falhas e também pode causar o “brick” do celular, transformando-o em, basicamente, um tijolo inútil.

Além disso, a modificação do sistema operacional é uma violação do contrato de garantia com operadoras e fabricantes. Embora isso não seja crime, a ação anulará qualquer possibilidade de reparo, a menos que ela seja desfeita.

Como fazer Se você decidiu que o risco vale a recompensa de ter o aparelho inteiro sob o seu comando, é hora de botar a mão na massa. Existem inúmeras maneiras de realizar a tarefa, mas o infoworkwx portal mostrará a mais simples e abrangente, que utiliza um software instalado em seu computador com Windows.

O programa é chamado “Kingo Android Root” e pode ser baixado facilmente no site oficial. O objetivo do software é facilitar a vida dos usuários menos experientes, já que o procedimento pode se tornar bastante complicado.

Antes de tudo, é necessário ativar o modo de Depuração USB em seu dispositivo. Dependendo da versão do seu Android, os caminhos para realizar essa ação podem ser bem diferentes. Até o Android 2.3, o caminho é  Configurações > Aplicações > Desenvolvimento; a partir da 4.0, isso é feito por Configurações > Opções do Desenvolvedor. Entretanto, esta alternativa pode estar escondida. Para revelá-la, é preciso entrar em Configurações > Sobre o telefone e pressionar sete vezes a opção Número da versão. Uma mensagem deve avisar que a tarefa foi concluída com sucesso e que “você é um desenvolvedor”.

Em seguida, abra o programa, conecte seu celular ao computador por USB e pressione o botão Root. O software deverá reconhecer seu aparelho e começar a baixar os drivers e iniciar o procedimento automaticamente. O Kingo pode solicitar que o usuário realize algumas ações simples antes de continuar com sua tarefa, mas boa parte do trabalho é realizado pelo programa.

Outras formasExistem inúmeras formas de realizar o root no aparelho. O Kingo é apenas uma das alternativas e é provável que o programa não abranja todos os dispositivos. Às vezes poderá ser necessário procurar outras alternativas para quem quiser concluir a missão.

Um site chamado Ready2Root cataloga formas de liberar o root na maioria dos smartphones e tablets existentes, incluindo aparelhos antigos e fora do mercado.

Alguns aplicativos fazem o root no seu aparelho de forma automática, bastando instalar o APK em seus dispositivos, mas em geral, é recomendado algum que se encaixe no seu aparelho. O fórum XDA Developers, maior comunidade de desenvolvedores de Android, pode ser muito útil nesta empreitada.

Vale também procurar no YouTube por formas de liberar o seu aparelho, pois sempre há um passo a passo detalhado. Olhar os comentários para confirmar se o vídeo é legítimo também é uma dica útil.

Microsoft libera OneDrive, ex-SkyDrive, com 7 GB de espaço grátis

Está disponível mundialmente a partir de hoje a plataforma OneDrive, antigo SkyDrive, serviço de compartilhamento de arquivos em nuvem da Microsoft. Os usuários que se cadastrarem neste link poderão armazenar 7 GB de conteúdo grátis. Quem ativar o backup das imagens da câmera para salvar fotos automaticamente ganha mais 3GB de espaço.

A Microsoft foi obrigada a mudar o nome do serviço depois de perder no ano passado uma disputa judicial por violação de marca no Reino Unido, iniciada pela empresa britânica British Sky Broadcasting Group (BSkyB).  

Conforme prometido pela companhia em outra oportunidade, nenhuma mudança de funcionamento acompanha a nova marca e os documentos do SkyDrive são mantidos no OneDrive, sem perdas. 

Em comunicado no blog do novo serviço, Ryan Gavin, gerente da Microsoft, disse que a transição de nome "não foi fácil", mas representa um conceito mais interessante. Com a nova marca, a empresa aproxima o OneDrive de outros produtos, como o Xbox One e o OneNote.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Descoberta brecha no IE que nem a Microsoft sabe consertar

Foi descoberta uma vulnerabilidade nas versões 9 e 10 do Internet Explorer que nem a Microsoft sabe como consertar. O problema foi noticiado ontem pela empresa de segurança FireEye, que só sabia que o IE 10 estava comprometido; a própria MS informou sobre o 9.
A brecha está sendo explorada no site VFW.org. Comprometida por hackers, a página contém um iframe que carrega outro site sem que se perceba, e é desse lugar que se instala softwares maliciosos.
A FireEye não descobriu de onde vem o ataque, mas a Seculert, empresa de segurança de Israel, informou que o emissor é o site aliststatus.com.
Enquanto a Microsoft não liberar alguma correção, o melhor é evitar o uso das versões 9 e 10, que até já estão desatualizadas, pois o IE mais novo é o 11.

Desenvolvedor brasileiro acusa Microsoft de não pagar por seus apps

Marcelo Santiago Garcia, de 27 anos, morador de Santa Catarina, escolheu ser parte de um grupo bastante seleto. Depois de participar de um curso da Nokia, ele se tornou um dos responsáveis por povoar a loja do Windows Phone com seus aplicativos e obteve sucesso. Seus jogos superaram rapidamente os 400 mil downloads, o que o motivou a começar a vender suas aplicações. Foi quando começou o problema.

Seu perfil marcava que ele já tinha direito a um pagamento de US$ 3,1 mil, ou cerca de R$ 7,2 mil, pela venda de seus apps. Em outubro de 2013, ele deveria receber seu primeiro pagamento pelos apps… e nada.
Reprodução

Em relato ao Olhar Digital, Garcia conta que segundo a documentação da Microsoft, o repasse deveria ter sido feito em no máximo 60 dias. Já se passaram quatro meses e ele alega não ter recebido o que deveria pelos seus serviços.

Ele conta que, durante todo o período, tentou entrar em contato com o suporte da Microsoft sem sucesso. Garcia diz que não sente que o caso se trate de “enrolação”, mas pura desinformação em relação a como efetuar o pagamento.

A Microsoft, por sua vez, não nega o incidente. Em contato com o OD, a assessoria declara que o caso foi repassado para a equipe responsável pelo assunto na empresa e deve ter uma resolução em breve. Assim que a Microsoft se posicionar sobre o tema, incluiremos a informação neste artigo.

A empresa diz também que casos do tipo não são comuns e o relato de Garcia é uma exceção. A Microsoft orienta que outros desenvolvedores com problemas visitem este link e abram um chamado para obter ajuda.

Microsoft já vendeu mais de 200 milhões de licenças do Windows 8

O Windows 8 está longe de repetir o sucesso comercial de seu predecessor, o Windows 7, mas aos poucos vai ganhando espaço. Segundo a Microsoft, o seu sistema operacional finalmente superou a marca das 200 milhões de licenças vendidas.

A revelação foi feita por Tami Reller, executiva de marketing da empresa, em conferência realizada nesta quinta-feira, 13, quando descreveu o resultado como "esplêndido".

Contudo, a comparação com os resultados do Windows 7 são inevitáveis. Em um ano de disponibilidade no mercado, o sistema já havia alcançado a venda de 240 milhões de licenças, enquanto o W8 ainda não superou esta marca com mais de um ano e meio de seu lanaçamento.
A explicação para este atraso em relação ao predecessor é, em parte, a mudança negativa no mercado de PCs tradicionais, com o crescimento dos tablets e celulares. Contudo, a Microsoft também não conseguiu o resultado esperado com relação ao sistema para os tablets, principalmente devido à falta de apps otimizados para o toque.

"Nossa prioridade número um da nossa equipe de desenvolvimento é povoar mais a loja de apps. Nós tivemos algum sucesso, mas há mais a fazer", declarou Tami Reller.

Viber é vendido a empresa japonesa por US$ 900 milhões

 O serviço de troca de mensagens instantâneas Viber foi vendido, apesar de o criador da plataforma ter desmentido rumores surgidos no começo da semana sobre a negociação. Foi fechado um acordo com a companhia japonesa Rakuten, que pagará US$ 900 milhões.
Especializada em comércio virtual, a Rakuten vende de tudo um pouco em seu país, onde oferece até serviços financeiros. A empresa também comprou a fabricante de tablets Kobo e o site de vídeos Viki e diz que o Viber a ajudará a alcançar seu objetivo de se tornar a "número um" global em termos de serviços da internet.
O valor pago pelo Viber surpreende, já que se especulava que ele poderia ser vendido poralgo entre US$ 300 milhões e US$ 400 milhões. Na época o Olhar Digital consultou diretamente o fundador do produto, Talmon Marco, que negou haver qualquer movimentação nesse sentido.

Google planeja começar a oferecer internet de 10 Gbps

 O Google Fiber é uma bênção para uma cidade dos EUA, onde é oferecida internet de 1 Gbps por meio dos cabos de fibra óptica do Google. Contudo, a meta da empresa é ainda mais ambiciosa, e já planeja oferecer velocidades que chegam à marca de 10 Gbps.

A intenção foi revelada por Patrick Pichette, diretor financeiro do Google, durante a conferência. A medida seria uma forma de alavancar maiores velocidades de internet no país, o que poderia levantar o uso de softwares como serviços.

"É para lá que o mundo está indo. Vai acontecer", disse ele, indicando que isso poderia acontecer na próxima década mas "por que não tornamos disponílve em três anos? É nisso que trabalhamos e não há necessidade de esperar", conta ele.

O ramo de atividades principal do Google não é o de operadora de internet, mas mesmo assim consegue oferecer velocidades maior que qualquer outra empresa do ramo nos EUA. Trata-se de um serviço limitado, no entanto, que atinge apenas as cidades de Kansas City; Austin já foi confirmada como a segunda cidade a receber o serviço.

Mesmo assim, Pichette diz que o projeto do Fiber não é apenas um "hobbby" para o Google. Ao ser perguntado se outras cidades entrarão para o rol de privilegiadas em receber o serviço, ele foi misterioso: "Fiquem ligados", ele disse.

Acusado de monopólio pelo governo, Google diz que a internet é livre

 Há alguns dias o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, levantou polêmica ao sugerir que o maior buscador da internet brasileira pode ameaçar os negócios das teles e das TVs a ponto de "engolir os dois". "Acho que o Google está se tornando o grande monopólio da mídia", opinou ele.
A posição do ministro não é unânime. Cris Camargo, gerente de Marketing do IAB Brasil, considera que embora as TVs exerçam papel importante no país, a comunicação está evoluindo através dos meios digitais. "Acredito que toda a indústria irá se reorganizar. As TVs irão se digitalizar, a internet estará em todos os meios. Não haverá ameaça, mas sim reorganização e integração", avalia.
E a gigante de buscas não produz uma linha sequer de conteúdo, o que a permite se esquivar da polêmica. Quando procurada pelo Olhar Digital para comentar a declaração de Bernardo, a empresa se limitou a dizer que "a internet é o ambiente mais livre e competitivo do mundo".
CAMPEÃO DA MÍDIA
Por mais que não ponha a mão na massa diretamente, o Google indexa material produzido por entidades e internautas do mundo todo, o que a tornou a maior empresa de mídia do planeta e lhe rendeu dores de cabeça.
Na França, eles tiveram de pagar o equivalente a R$ 161 milhões para manter o Google News, caso que abriu campo para que se questionasse os métodos da empresa em toda a Europa. E no Brasil a ANJ (que representa 90% dos jornais do país) recomendou que seus associados deixassem a ferramenta, que desde 2011 ficou esvaziada.
Esse pessoal está de olho no dinheiro que a gigante de buscas ganha ao associar anúncios com o material produzido por eles - afinal, a receita publicitária do Google supera a de toda a mídia impressa dos EUA.
CENÁRIO BRASILEIRO
No Brasil a internet ainda não chega nem perto da TV, em termos de relevância no mercado publicitário. Somente 15% dos investimentos feitos por anunciantes daqui vão para a web. Ainda assim, o Google possui o nome mais forte do setor.
Basta fazer as contas: 61% da verba de anunciantes que vai para a internet no Brasil estão nas mãos de empresas de pesquisas; o Google responde por 96,17% das buscas realizadas no país, então quase todo o dinheiro fica com ele.
Não foi só o Paulo Bernardo que prestou atenção a esses números, a presidenta Dilma Rousseff também já levantou seu radar e botou a Receita Federal para analisar a contabilidade da companhia. O órgão procurará possíveis crimes de sonegação fiscal cometidos por empresas de tecnologia - o que também envolve o Facebook.
As companhias serão investigadas por comercializar serviços aqui via cartões de créditos internacionais, recebendo em subsidiárias estabelecidas em outros países. Para o governo, o modelo de negócios precisa ser revisado porque utiliza brechas que permitem o pagamento de menos impostos.
O Google respondeu ressaltando os investimentos feitos no país desde sua chegada, em 2006, e afirmando: "Nós pagamos todos os impostos que são devidos no Brasil, assim como em todos os outros países onde operamos." 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

385,2 mil domínios brasileiros serão liberados para compra amanhã



Neste sábado, 8, o Registro.br disponibilizará 385,2 mil endereços de internet para compra. Esse tipo de ação ocorre três vezes por ano, quando a entidade libera domínios que ficaram disponíveis para compra por falta de renovação dos donos, cancelamento por solicitação ou devido à constatação de irregularidades cadastrais.
A lista com os endereços disponíveis ficará no ar por 15 dias, a partir de amanhã (ou seja, até 23 de fevereiro).
Para adquirir um domínio basta seguir os passos descritos no tutorial do Registro.br, que pode ser conferido neste link. O cadastramento envolve solicitações de documentos e o pagamento de taxas para cada domínio requerido - cada titular pode se candidatar a até 20 nomes.
Entidades com diferenciais conseguem vantagens no processo. Por exemplo, se houver registro de uma marca idêntica a um domínio disponível, isso pode ser informado ao Registro.br para facilitar a liberação.

As respostas sobre os pedidos saem a partir do dia 23. Caso haja apenas um pretendente, o domínio é liberado instantaneamente; se houver mais de um, o endereço não é liberado, voltando aos registros para a próxima chamada - a menos que um dos requerentes apresente um diferencial.
Para conferir a lista, clique aqui.

TIM e GVT podem virar uma empresa só



A Telecom Itália pode ter encontrado uma solução para o dilema que enfrenta no Brasil, onde é dona da TIM e, ao mesmo tempo, tem a Telefónica, proprietária da Vivo, como sua principal investidora. Segundo fonte envolvida com o assunto, a empresa iniciou esta semana conversas preliminares na tentativa de unir a operação brasileira à da GVT, comandada pelo grupo francês Vivendi.

A aproximação vem a calhar para a Telecom Itália, que tem estado na mira do Cade - Conselho Administrativo de Defesa Econômica - desde que aumentou no ano passado sua participação na Telefónica para 66%. Uma eventual fusão agradaria principalmente os acionistas minoritários porque reduziria o poder do grupo espanhol.

Os representantes do Vivendi teriam gostado da ideia já que buscam alternativas de crescimento para a GVT no Brasil. Em 2013, a operadora esteve à venda por cerca de R$ 19 billhões, conseguiu atrair interessados de outros segmentos - especialmente fundos de investimentos - mas as negociações esfriaram e o martelo não foi batido.

“Poderia ser criada uma concorrente de verdade para a NET”, diz a fonte que revelou a possibilidade de fusão entre TIM e GVT. Segundo ela, a operação poderia ser bem-sucedida por unir a numerosa carteira de clientes da primeira com a modernização da rede e conteúdo de TV por assinatura da segunda. Nenhuma das operadoras comenta o assunto.

Participação de Zuckerberg no Facebook cai a menos de 20%



Mark Zuckerberg já não é mais tão dono do Facebook quanto costumava ser. A participação financeira do cofundador e CEO da rede social vem caindo e hoje está abaixo dos 20%.
De acordo com um documento divulgado pela companhia nesta sexta-feira, 7, Zuckerberg é dono de 19,6% do Facebook. Um ano atrás, segundo o Mashable, sua participação estava próxima de 30%.
O chefe do site vendeu US$ 2,3 bilhões do que tinha sobre o Facebook em dezembro para pagar taxas referentes a suas opções de ações.
Em 2012, para mostrar confiança, ele prometeu não vender ações por um ano e acabou aumentando sua participação de 28,2% (no dia da IPO) para 29,3%. Em 2013, então, o valor dos papéis dobrou, fazendo com que o patrimônio de Zuckerberg saltasse para US$ 12,4 bilhões.

Apple é a empresa mais valiosa do mundo; Google é a 2ª



A Apple mantém o título de empresa mais valiosa do mundo, com valor de mercado estimado em US$ 464 bilhões. A surpresa do ranking divulgado hoje por uma consultoria internacional fica por conta da ultrapassagem do Google sobre a petrolífera Exxon Mobil. Com avaliação de US$ 391,3 bilhões, a gigante das buscas toma a vice-liderança com uma ligeira diferença de US$ 700 milhões.

A disparada do Google é creditada à expectativa em torno do aumento da oferta pública de ações, agendado para 2 de abril e aguardado há mais de três anos. Atualmente, os papéis da empresa são trocados a US$ 1,1 mil e mantêm-se em alta desde que atingiram pela primeira vez o patamar dos US$ 1 mil, em outubro do ano passado.

Confira o ranking abaixo. A Microsoft aparece em quarto lugar:

Reprodução

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Novo vírus usa Java para atacar Windows, Mac e Linux



empresa de segurança Kaspersky Lab detectou um novo vírus multiplataforma capaz de comprometer os sistemas operacionais Windows, Mac OS e até Linux por meio do Java. Os criminosos utilizaram a vulnerabilidade CVE-2013-2465 para transformar os computadores em "zumbis" e infectar usuários, que nem sabem da existência do malware.

Quando o computador é iniciado, o vírus é copiado para o diretório do usuário e executado na inicialização do sistema. O protocolo IRC bot controla o bot e usa o framework PircBot para implementar a comunicação.

Depois de instalado na inicialização do sistema, o malware relata o funcionamento do PC para seus criadores. Para assimilar os bots, um identificador exclusivo é gerado em cada máquina de usuário e o identificador é salvo no arquivo jsuid.dat, que dá acesso irrestrito ao sistema.


Reprodução

O vírus é projetado para realizar ataques de negação de serviço (DDoS) por meio das máquinas dos usuários infectados. Informações adicionais sobre a ameaça podem ser encontradas neste link, em inglês. 

A empresa de segurança recomenda manter a aplicação Java atualizada. Ao clicar aqui, o usuário sabe se a versão que está uitlizando é a mais recente.

Retrospectiva do Facebook poderá ser editada



Se você está entre os que não gostaram da seleção feita pelo Facebook em seu "Look Back", aqui vai uma boa notícia: a empresa relançará o criador de retrospectivas com uma opção para edição do conteúdo a ser mostrado.
O pessoal do TechCrunch ficou sabendo por uma fonte que o recurso ainda não estava totalmente pronto no dia do lançamento, mas o Facebook foi obrigado a soltá-lo mesmo assim, afinal, a ideia era comemorar os 10 anos da rede social.
Então o próprio Facebook confirmou que colocará a opção de edição no ar em breve, mas não informou quando, especificamente. Usuários poderão retirar algo selecionado pelo Facebook e no lugar colocar um momento que lhe agrade mais.

Por enquanto, só dá para criar retrospectivas com o que a rede achar pertinente.

10 anos de Facebook: faça sua retrospectiva



No dia em que completa 10 anos, o Facebook liberou uma ferramenta para que os usuários se lembrem de seus momentos marcantes na rede social.
Ao acessar o "A Look Back", você se depara com um vídeo que mostra fotos e postagens feitas desde sua entrada no Facebook. Tudo acompanhado de uma daquelas músicas que desperta nostalgia.
A ferramenta foca principalmente em fotos e, claro, como ela captura tudo automaticamente, o resultado pode não ficar tão bacana quanto o Facebook faz parecer no vídeo demonstrativo (este abaixo).
Para criar o seu próprio, clique aqui.